Ainda que esteja fora do ambiente trabalho, o profissional deve também ficar atento com a sua postura. Nenhuma organização deseja estar vinculada a alguém que possa manchar a sua reputação em qualquer sentido ainda que em momentos de lazer.

Não fica bem , por exemplo, se comportar de maneira inadequada durante um happy hour, especialmente se ali estiverem colegas de trabalho. Pode ser que o uso excessivo de uma bebida qualquer faça uma pessoa se extravasar suas emoções, fazendo com que ela fale mais do que devia sobre a organização, sobre seus superiores, sobre seus colegas de trabalho e também, e pior, falar sobre possíveis segredos da organização que não deveriam ser revelados a ninguém. Mais feio ainda poderá ficar a situação se começar a ‘dar em cima’ de algum colega de trabalho. Ainda que aparentemente ninguém saberá o que pode ter acontecido depois do happyhour uma situação dessas poderá provocar comentários e fofocas no futuro. ambiente de trabalhoPraticando ou assistindo a alguma atividade esportiva, o trabalhador deve também manter a postura adequada. Ao participar de um jogo de futebol, por exemplo, fica muito estranho ver os participantes berrando e xingando os seus colegas de time e mais ainda quando partem para a ofensa física. Imagine como será o comportamento dessas pessoas dentro do ambiente de trabalho? Talvez também não seja bem visto um profissional se transformar quando estiver torcendo pelo seu time de futebol preferido, xingando e brigando com as demais pessoas presentes por causa de um lance infeliz de um jogador ou de uma marcação infeliz do juiz da partida. Ir à praia ou ao campo para participar de alguma atividade merece atenção. Há lugares em que os costumes podem ser diferentes daqueles do seu dia a dia, e, portanto, não custa nada respeitar as demais pessoas ali presentes, evitando comentários e especialmente as piadinhas sobre pessoas e costumes que possam gerar algum tipo de polêmica e incidentes. Portanto, beba com moderação, ou se possível, não beba. Como diz o alerta social, se for dirigir, não beba. Se for falar, fale o extremamente necessário, especialmente se for tratar de assuntos que possam ser confidenciais para a organização para a qual trabalha. Se for participar de alguma atividade esportiva, ainda como torcedor, contenha-se. Se for participar de alguma atividade social, faça menos pose, seja mais amigável com as pessoas. Lembre-se que você é um Profissional importante para sua organização. Faça sempre o possível para deixar uma boa imagem sua e que você é um representante digno da sua organização.

Como lidar com uma chefe problemática

Enviado por | 3 de junho de 2013 | Dicas

Quem não lembra das chefes insuportáveis retratadas no cinema, como a de ”O Diabo veste Prada” e ”A Proposta”? Contudo, se nas telas as chefes-problema até divertem, na vida real é bem diferente. Trabalhar com lideranças fora de prumo pode ser prejudicial à saúde – sem falar nos estragos causados à autoestima. Segundo a médica do trabalho Margarida Barreto, de São Paulo, muita gente sai machucada da experiência. Em uma enquete realizada por ela no final dos anos 1990, Margarida constatou que a maioria das mulheres nessa situação se sente imprestável – resposta dada por 72% das entrevistadas – e tem depressão (60%). Ela acha que os números continuam atuais – se é que não aumentaram. Ninguém, é claro, precisa passar por esse calvário: há muitas maneiras de lidar com superioras complicadas. Veja as dicas para lidar com os quatro tipos principais de chefes autoritárias:

A CORUJA

Como é

A vida pessoal desse tipo de chefe está uma bagunça. A corujinha tem problemas em casa e seu maior desejo é passar muito, muito tempo no escritório, bem longe das confusões domésticas. A questão é que ela não deixa ninguém ir embora para não ter que ficar sozinha. A altas horas também é craque em levar serviço para casa e mandar emails para os funcionários nos finais de semana. Para quem trabalha com ela, tirar folga nos feriados é um sonho distante. Mas a vida não precisa ser assim – pelo menos, não a sua.

moça que é chefeComo domesticá-la Você precisa mostrar que não está disposta a virar abóbora todas as noites. Como essa chefe não é uma bruxa ou uma completa tresloucada, e sim apenas alguém que está misturando o particular com o profissional, há excelentes chances de você ser ouvida se usar a abordagem correta. Aqui, vale um lembrete: nada de bancar a amiguinha, pois seu objetivo é voltar a ser uma pessoa normal, que encerra o expediente antes do sol raiar, e não se tornar terapeuta. Explique que você até pode ficar mais tempo quando for realmente necessário, mas nos outros dias pretende sair no horário. Vale a pena mostrar também como o cansaço excessivo, causado pelas noites adentro no escritório, está deixando-a desmotivada e combalida. “Qualquer líder depende do desempenho do time para ser reconhecido dentro da organização e não vai querer ver o barco afundar por causa de atitudes sem sentido”, opina Vera Martins.

A RAINHA DO GELO

Como é Na tentativa de administrar a distância emocional com os funcionários, muitas mulheres, que podem até ser ótimas pessoas fora do ambiente de trabalho, se transformam em rainhas do gelo quando são promovidas. Interagem pouco com os subordinados e costumam ser rígidas porque temem ser consideradas frágeis e incompetentes para a nova posição.

Como domesticá-la Parta do princípio de que quem precisa se impor o tempo todo é inseguro. Portanto, você deve se portar como parceira, nunca como alguém capaz de ameaçá-la. “Uma chefe assim não pode se sentir acuada, sob pena de se tornar ainda mais carrasca”, observa Vera Martins. Diga que você tem toda a disposição do mundo para se tornar uma profissional melhor e que conta com ela para progredir. Essa postura ajuda a evitar críticas infundadas e transmite profissionalismo. Mas, se a rainha do gelo começar a extrapolar, apelando para agressões verbais, deixe claro que não quer ser tratada de forma rude.

A DOMINADORA

Como é Esse tipo fiscaliza os passos dos membros da equipe com medo de que falem pelas costas. “Tive uma diretora que não deixava as pessoas tomarem café no corredor porque achava que iam fazer fofoca dela”, conta Taís Cardozo, consultora da Human Brasil, em São Paulo. Quem tem esse perfil também é centralizador e segura o crescimento de todos – o temor, aqui, é que lhe roubem o cargo. Sem falar que a dominadora não hesita em melar o trabalho alheio.

Como domesticá-la Primeiro, tente a política do afastamento estratégico. Limite as conversas a assuntos estritamente profissionais. Longe dos olhos dela, talvez você escape de seu domínio. Se não funcionar, marque um horário no RH e conte tudo. “Caso nem isso adiante, pode ser útil pensar em arrumar outro emprego”, sugere Marcos Vono, de São Paulo, diretor de RH e carreiras do Ibmec, escola para executivos.

A MÃEZONA

Como é Ela dá bronca e coloca de castigo dizendo aos subordinados para pensar em seus erros. “Conheci uma que mandava as pessoas irem para casa refletir”, lembra o consultor Eduardo Shinyashiki. Intrometida, a mãezona também gosta de dar palpite no dia a dia das pessoas. Pior ainda, imagina que ninguém consegue fazer nada tão bem quanto ela. E impede o desenvolvimento da equipe.

Como domesticá-la Mesmo sem se dar conta, você pode estar sendo convidada a se acomodar e não assumir tarefas desafiadoras. O problema é que, assim, não cresce na empresa. Que tal pedir para fazer trabalhos que exijam um pouco mais de você? Se a chefe resistir, diga que conta com a ajuda dela para dar conta do recado. “E nunca comente assuntos particulares para não dar margem para ela se meter”, sugere Regina Madalozzo, do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), em São Paulo.

Na Alemanha, calcula-se que cerca de 1,2 milhão de pessoas são vítimas de assédio moral no trabalho. Na Holanda, 1 em cada 4 pessoas vai passar por algum tipo de assédio moral em certo ponto de sua vida profissional. E um relatório da Organização Internacional do Trabalho diz que o assédio moral é um problema crescente na Austrália, na Áustria, na Dinamarca, nos Estados Unidos, na Grã-Bretanha e na Suécia. Mas o que é exatamente o mobbing, ou assédio moral? Segundo a revista alemã Focus, o assédio moral constitui-se em “perseguição freqüente, repetida e sistemática”. Mais do que apenas provocações no local de trabalho — sarcasmo, crítica, zombaria e trote —, o assédio moral é uma campanha de terror psicológico. O objetivo é fazer da vítima uma pessoa rejeitada.

As táticas de perseguição vão desde o antagonismo infantil à lesão criminosa. O indivíduo-alvo é submetido a difamação, abuso verbal, comportamento agressivo e tratamento frio e impessoal. Algumas vítimas recebem deliberadamente trabalhos extras ou com freqüência são escolhidas para fazer as tarefas mais desagradáveis possíveis, que ninguém mais quer executar. Colegas podem tentar sabotar seus esforços de trabalhar produtivamente, talvez retendo informações. Em alguns casos, os intimidadores furaram os pneus do carro da vítima ou invadiram seu computador.

A perseguição às vezes é praticada por uma pessoa, mas com mais freqüência ela parte de um conluio de colegas de trabalho. Por isso, a palavra mobbing — agir em turba — é apropriada, visto que sugere que um grupo de pessoas exerce pressão sobre a vítima, insultando-a ou atacando-a de propósito. Não raro os efeitos da intimidação repercutem muito além do local de trabalho. Diversas vítimas sofrem graves problemas de saúde em conseqüência do tratamento cruel. Depressão, dificuldade em dormir e crises de pânico são algumas das conseqüências da perseguição. É claro que a perseguição pode transformar o ato de trabalhar num pesadelo. Há algo que possa ser feito para impedir isso? Como se pode conseguir paz no trabalho?

homem assediando moralmenteDicas para encontrar a paz

A perseguição não raro começa com um desentendimento entre colegas. Assim, dê atenção imediata a mal-entendidos que o afetam de alguma forma, mas sem se intrometer em assuntos alheios. Tente apaziguar sentimentos feridos com tato e respeito. Trate as pessoas que trabalham com você de maneira individual, não coletiva. Se achar que alguém tem algo contra você, tente resolver a questão de maneira pacífica. Além disso, todos se beneficiam quando as linhas de comunicação se mantêm abertas. Tente, então, comunicar-se com seu supervisor de maneira amigável e respeitosa sem dar a impressão de que está tentando ganhar seu favor. Lembre-se também de que a boa comunicação com seus colegas e subordinados servirá como antídoto contra o estresse. Portanto, faça tudo que puder para se dar bem com os colegas de trabalho, o que não significa tentar agradar todo mundo, ou seja, aceitar tudo o que é exigido de você sem muita resistência e comprometer seus princípios apenas para manter a paz. Por outro lado, uma atitude calorosa e amigável pode quebrar o gelo, por assim dizer. Tenha cuidado não apenas com o que você diz, mas como o diz.

Seja razoável com seus colegas

Estabeleça padrões razoáveis de conduta para si próprio. Evite ser confiante em excesso ou tímido demais. Se os colegas zombarem de você, procure não revidar. Você não ganha nada ofuscando o limite entre o bom e o mau comportamento. Se tratar os outros com respeito e dignidade, então provavelmente será dessa maneira que os outros vão tratá-lo. Analise não só a sua conduta, mas também a maneira de se vestir. Pergunte-se: “Que impressão minhas roupas dão? Minha aparência é provocativa? Tenho uma aparência relaxada? Seria bom se eu adotasse um padrão sensato de roupas para o trabalho?”

Na maioria das culturas, trabalhadores diligentes e conscienciosos são respeitados e muito valorizados. Por esse motivo, tente ganhar o respeito realizando um trabalho de qualidade. Seja digno de confiança. Isso não significa tentar ser perfeccionista em tudo o que faz. Uma mulher que se tornou vítima de perseguição mais tarde admitiu que ela mesma tinha contribuído para isso. “Eu queria ser perfeita”, ela diz. Ao se dar conta de que a perfeição é um alvo impossível, ela comentou: “Sou uma boa funcionária, mas não tenho de fazer tudo perfeitamente.”

Não seja supersensível a comentários negativos. Nem toda crítica injusta é assédio moral. É verdade que seguir esses princípios sólidos não garante que você nunca mais será vítima do assédio moral. Apesar de seus melhores esforços, alguns colegas talvez continuem a persegui-lo. O que fazer, então?

Procure ajuda

“Quando fui tratado de maneira fria durante vários meses, passei por um turbilhão de emoções”, admite Gregory. Sentir-se assim é típico das vítimas que suportam uma gama enorme de emoções dolorosas, tais como raiva, culpa, vergonha, confusão, além de sentimentos de inutilidade. A pressão do assédio moral pode levar até uma pessoa emocionalmente equilibrada a um estado de desespero. Então, o que se pode fazer? Pesquisas indicam que é melhor não tentar lidar sozinho com o assédio moral. Onde a vítima pode encontrar apoio? Algumas das grandes empresas criaram uma maneira de auxiliar os empregados quando eles sentem que estão sendo intimidados. Essas empresas sabem que é nos seus próprios melhores interesses acabar com o assédio moral. Segundo certa estimativa, trabalhadores que praticam o assédio moral trabalham 10% a menos do tempo que deveriam trabalhar. Portanto, a vítima deve procurar esse tipo de ajuda que foi mencionada, onde estiver disponível. Um conselheiro neutro — quer de dentro da empresa onde a vítima trabalha quer de fora — pode ser o mediador e tomar a iniciativa de resolver a situação entre todos os envolvidos, além de estabelecer regras de conduta no trabalho.

Não existe solução definitiva

É claro que se deve reconhecer a falta de solução definitiva para o assédio moral. Mesmo os que aplicam os conselhos indicados neste artigo podem constatar que os maus-tratos no trabalho continuam. Dependendo do nível e da frequência do assédio moral, alguns que passam por essa situação preferem procurar outro emprego. Já outros não têm muitas opções, visto que empregos podem ser escassos e os recursos que poderiam ser de ajuda talvez sejam poucos.

Você provavelmente trabalha umas oito horas por dia. Isso é tempo demais e uma fatia muito grande de sua vida para serem sacrificados ao tédio! No entanto, boa parte do trabalho nos dias atuais é monótono e dá ao trabalhador pouco do que se orgulhar pessoalmente. Portanto, você tem muito a ganhar se tornar interessante o seu trabalho. Achara maior alegria dele e aprenderá o segredo de tornar mais interessante qualquer serviço futuro. Vejamos algumas maneiras de conseguir isso:

Seja entusiástico

Alguns especialistas recomendam que a pessoa execute seu trabalho como se gostasse dele. Assim, talvez acabe gostando mesmo. ‘Mas eu jamais me animaria com o meu trabalho!’, talvez diga. Pode ser que envolva uma rotina rígida, como numa linha de montagem. Ou talvez já execute seu serviço há tantos anos que acha impossível renovar seu interesse por ele. Contudo, táticas tão simples como sorrir e a postura ereta podem ajudá-lo a encarar com mais entusiasmo o seu trabalho. Poderá ser útil também concentrar-se totalmente no que faz. Não ligue o piloto automático, por assim dizer, e não trabalhe só pensando na hora do almoço, no fim de semana ou mesmo no próximo serviço a executar. Em geral, é sábio concentrar-se inteiramente na tarefa à mão. O resultado? Talvez venha a gostar do serviço e, daí, o tempo vai aparentemente passar mais depressa.Isso vem com naturalidade quando você se absorve numa atividade de que realmente gosta. Poderá conseguir o mesmo efeito obrigando-se a dar atenção indivisa ao trabalho que normalmente não acha interessante.

i love my jobFaça o seu melhor

Fazer o seu melhor pode ajudá-lo a ter satisfação no trabalho. Naturalmente, esses conselhos contrariam o conceito popular de que se você não acha interessante o seu trabalho deve executá-lo com o mínimo de esforço possível. Mas, a negligência, a procrastinação e o esforço mínimo provavelmente esgotarão as suas energias e acrescentarão ansiedade e fadiga. Em alguns casos, quem volta do trabalho estressado, ansioso e exausto pode estar sentindo isso por não trabalhar diligentemente. Por incrível que pareça, trabalhar arduamente até aumenta o prazer das horas de lazer. Para alguns isso é um lema antiquado, mas há quem aplique esse conselho útil. Estes concordam que não existe mesmo “nada melhor” do que usufruir os frutos de seu trabalho árduo. O livro The Joy of Working (A Alegria do Trabalho) reconhece: “O trabalho bem feito produz um fulgor íntimo de satisfação.” Portanto, faça o melhor que puder e, provavelmente, se sentirá reanimado. Faça mais do que o mínimo necessário e poderá se sentir mais feliz. Realize logo as tarefas importantes e sentirá mais prazer nos momentos de folga e nos fins de semana do que quem se esgota procrastinando. Em vez de competir com outros, empenhe-se em superar a si mesmo. Estabeleça novos padrões, novos alvos. Tente melhorar seu desempenho. Certa mulher, cujo trabalho inclui costura repetitiva, que alguns considerariam irremediavelmente monótono, fez para si mesma um “jogo” de controle de tempo. Ela anota a sua produtividade a cada hora e, daí, tenta aumentá-la. Ela realmente gosta de seu trabalho, pois se esforça em dar o seu máximo.

“Decore” o seu trabalho

Os doutores Dennis T. Jaffe e Cynthia D. Scott recomendam: “Compare o seu serviço a uma casa vazia. Você a ocupa e observa suas divisões e a estrutura. Isso atiça a sua criatividade. Você decide como ocupar os espaços, faz a decoração e transforma a casa em seu lar. Você a personaliza colocando nela a sua marca.” Em geral, os serviços que nos são designados vêm acompanhados de regras e diretrizes básicas. Fazer apenas o que se espera é como morar numa casa sem mobília nem decoração. Falta individualidade. Mas, se acrescentar seu toque pessoal, seu trabalho poderá tornar-se muito mais interessante. Não há duas pessoas que “decorarão” o trabalho de maneira igual. Um garçom memorizará as preferências de fregueses costumeiros. Outro será especialmente amável e cortês. Ambos gostam de seu trabalho porque dão um toque pessoal ao que fazem.

Aprenda sempre

Outra maneira de encontrar alegria no trabalho é aprender. O livro Tension Turnaround (Vira volta na Tensão) explica que, à medida que crescemos, o nosso cérebro aumenta a sua capacidade de processar informações. Isso explica por que as coisas que antes nos empolgavam agora talvez nos enfadem. A solução é satisfazer o apetite do cérebro por informações novas aprendendo coisas novas. Se você aprender mais sobre o seu trabalho pode ser que, com o tempo, receba um trabalho mais interessante para fazer. Mas, mesmo que isso não aconteça, a aprendizagem em si tornará seu trabalho mais interessante e satisfatório. Os autores Charles Cameron e Suzanne Elusorr destacam: “O aprender não só aumenta a sua confiança por aumentar as suas habilidades. Influi também na maneira geral de ver a vida: aprende-se que os problemas têm solução, que as dificuldades podem ser vencidas, que os temores podem ser abrandados e que mais coisas são possíveis do que se imaginava.” ‘Mas’, talvez objete, ‘eu já sei tudo a respeito do meu trabalho!’ Neste caso, poderia aprender coisas indiretamente relacionadas com ele? Por exemplo, talvez decida aprender mais a respeito de relações humanas ou a respeito de seu equipamento de trabalho. Talvez possa aprender a redigir melhor um memorando ou dirigir melhor uma reunião. Ou ainda maneiras mais eficazes de lidar com supervisores. Como poderá aprender essas coisas? Talvez a sua empresa ofereça cursos que possa aproveitar. Ou, numa biblioteca talvez encontre exatamente os livros de que precisa. Mas não desperceba fontes menos óbvias de informação. Observar pessoas no trabalho e notar suas virtudes e suas fraquezas pode ser educativo. Poderá aprender de seus próprios erros, e de seus sucessos também, analisando o que você fez certo. O que você aprende de sua própria experiência e de observar outros poderá ensinar-lhe coisas que você talvez nunca lesse em livros nem ouvisse numa sala de aula.

Algumas sugestões finais

Há ainda outra maneira de encarar o seu trabalho. Você talvez conclua que merece mais; todos os outros recebem oportunidades mas você nunca teve uma chance de fazer um serviço que realmente quer fazer. Não faltariam argumentos ao conversar sobre isso com outros que concordam com você, e talvez se convença de que tudo isso é verdade. Mas pode não ser. Muitos que gostam de seu trabalho aprenderam a gostar dele. Quem gosta de projetar casas pode vir também a gostar de dirigir ônibus. Por quê? Porque a sua dedicação criativa ao trabalho lhe dá alegria e satisfação. Portanto, liberte-se do pensamento negativo que faz da semana de trabalho algo sombrio em contraste com o fim de semana. Não perca tempo repassando seus erros do passado, imaginando o que sairá errado na próxima vez e se preocupando com o que outros pensam a seu respeito. Encare o trabalho à mão. Dê-lhe sua atenção indivisa. Tente absorver-se nele como se fosse seu passatempo predileto. Dê o seu melhor e alegre-se com um trabalho bem feito.

uma mulher comprimentandoNão anule seu talento ao disputar uma cadeira profissional. Muitas vezes um ótimo emprego foi perdido devido a erros básicos. Veja abaixo algumas dicas para ”agarrar a sua vaga” ao fazer a entrevista:

Marque às 10h30 Existem boas horas do dia para uma entrevista, e há horas ruins. Procure um horário no fim da manhã. As chatices do começo do dia já acabaram. Seu entrevistador já está querendo que chegue o almoço, mas a fome ainda não é tanta a ponto de ele só conseguir pensar numa costelinha de porco. Melhor ainda é uma entrevista no café da manhã ou bebericando após o expediente. Esses são sempre momentos propícios, em que a maioria das pessoas se mostra em seu melhor estado. O café da manhã é particularmente agradável – é saboroso e não demora muito. Se o chefe pedir um pão com manteiga na chapa ou uma tigela de iogurte com granola, faça o mesmo. Não peça nada que vá deixá-lo com inveja – mortadela e pão de queijo, por exemplo. E, ao beber com ele, um estranho que você quer impressionar, acompanhe-o dose a dose, a menos que ele seja alcoólatra. Para finalizar, nunca diga “É embaçado”, exceto se ele disser primeiro.

Vista-se como o chefe Você está apresentando algo real para o entrevistador: você mesmo. Não se trata de uma entidade fictícia que você viu num filme. Cuidado com o look. Se estiver mesmo a fim de agarrar o emprego, perca um tempinho observando as pessoas que entram e saem do escritório. Você verá a variação de indumentárias e terá ideia do que é aceitável e, sobretudo, do que não é aceitável. Não precisa ir correndo comprar um terno novo. Basta uma boa aparência.

Saiba quem você é Isso é difícil para jovens que ainda não sabem no que são bons, mas que acreditam ser bons em tudo. Mas essa é uma questão importante. Você está fazendo seu próprio marketing. A resposta adequada a “O que você se vê fazendo daqui a cinco anos?” não é “Ah, eu posso fazer qualquer coisa!” Imagine-se no supermercado de frente para uma embalagem que traz a frase: “Limpador de assoalho e cobertura de sorvete!” Você compraria o produto? Para chegar a um bom ajuste focal, fale das coisas que você já fez, e das coisas que você faz bem. Não rejeite tudo o que você fez até hoje. É muito comum o candidato dizer: “Eu era isso, mas agora não gosto mais, e quero ser aquilo”. Isso é um erro. Aceite sua vida inteira e, em seguida, canalize-a para a vaga que você está tentando preencher.

Faça o tempo desaparecer O pessoal de RH geralmente incentiva os candidatos a fazer muitas perguntas ao entrevistador – um conselho que pode sair pela culatra, a menos que você seja sutil, bom ouvinte, bom de conversa e, assim espero, esteja munido de algum conhecimento sobre o entrevistador. Não fique pescando assunto.

Bata… mas com cuidado Não significa falar mal de seu atual empregador. Você pode falar de problemas, mas se referir a ex-chefes como imbecis não leva a nada. Os chefes são unidos como grupo, como os gorilas. Também tenha cuidado se pedirem a você que critique a empresa deles. Eles querem mesmo ouvir, mas você ainda assim tem de ser cuidadoso. Comece por aquilo que é fantástico na companhia, e emende com as novas estratégias que você exploraria. Se a conversa for com gente de relações públicas, não vá dizer, por exemplo: “Esta é uma ótima empresa, mas vocês têm um problema de imagem”. Nesse caso, a discrição deve vir antes da verdade. Por outro lado, se você for capaz de discutir a empresa e seu posicionamento de forma inteligente, somará pontos. Isso mostra que você é esperto, corajoso, político e diplomático.

Diga que quer o trabalho É incrível como muitas vezes essa simples afirmação vira um fator de desempate. Você quer as pessoas que querem você. E, de fato, não é essa a base de todo relacionamento saudável? Garanta sua vaga:

1. Pegue o telefone Ligue ao chefe para solicitar um encontro. “E-mail é mais fácil, mas também é mais fácil de ser ignorado”, diz o consultor de carreira americano Duncan Mathison. “Mas ligue só se souber exatamente o que dizer.”

2. Modernize seu currículo “Ele tem de ficar cool num smartphone, por exemplo”, diz Robyn Feldberg, da National Resume Writers’ Association (EUA), que reúne experts em carreira. Envie-o como PDF, mas capriche na estrutura para ficar confortável de ler.

3. Chegue ao segundo round Os contratantes preferem currículos com referências concretas – “contas a receber”, “desenvolvimento de software” – em vez de termos mais subjetivos, como “comunicação” e “trabalho em equipe”.

Em alguns cursos e licenciaturas, o período de estágio é obrigatório, implementando-se um determinado período de tempo para que obtenha a sua carteira profissional ou poder finalmente inscrever-se na Ordem do curso que tirou.Mas enquanto uns julgam a palavra estagio como uma forma de se sentir inútil e escravizado, a realidade é que com pouca sorte, encontram-se empresas cujo trabalho dos estagiários é valorizado e útil. Como fazer seu estagio valer a pena?

-O período de estágio é de aprendizagem e deve ser entendido como um prolongamento do curso que acabou de tirar. Vai aprender a lidar com cliente e a ver na realidade as necessidades destes, vai aprender a lidar com situações de stress e pressão e saber a melhor forma para lidar com todo o mundo empresarial e profissional. Pense acima de tudo que o período de estágio é a melhor forma de aprender a trabalhar.

-Considere todas as críticas (desde que construtivas, naturalmente) e apontamentos que lhe façam uma verdadeira forma de aprender e melhorar e se tiver que trabalhar até mais tarde para melhorar o seu percurso, faça-o sem julgar que está a ser explorado.patroa ensinando um estagiario

-Um estágio deve ser composto por ensinamento / aprendizagem seguido de uma avaliação. Não se esqueça que essa avaliação poderá no futuro servir como carta de recomendação, pelo que se aconselha aplicação no seu desempenho. -Aprenda, espreite, pergunte, queira saber e mesmo que não esteja interessado em determinados aspectos que lhe queiram ensinar, não se esqueça que com as coisas chatas também se aprende. -Um estágio serve para ganhar experiência e apostar na prática tudo aquilo que aprendeu em teoria. Mesmo que você não receba nada, o bônus pode vir no final, quando o seu desempenho for perfeito e a empresa onde estagiou perceber que será uma mais valia considerá-lo para os quadros da empresa.

QUEM é que consegue o melhor emprego? Será que é sempre a pessoa que tem as melhores qualificações? “Não”, diz Brian, consultor numa agência de empregos. “Geralmente quem consegue o emprego é aquele que se prepara bem para procurá-lo.” Como se pode fazer isso? Vejamos cinco sugestões. moça contratando

Seja organizado É fácil ficar desanimado se você perdeu um bom emprego ou já faz algum tempo que está desempregado. “De início, quando perdi o emprego, achei que logo conseguiria outro”, diz Katharina, uma costureira na Alemanha. “Entrei em depressão ao ver que os meses se arrastavam e eu não conseguia arranjar emprego. Por fim, achava difícil até mesmo conversar com meus amigos sobre o assunto.” Como você pode combater o desespero? “É vital programar seu próprio ‘dia de trabalho’, para começar o dia sabendo o que vai fazer”, sugere o livro Get a Job in 30 Days or Less (Consiga um Emprego em 30 Dias ou Menos). Os autores recomendam que você “fixe alvos diários e anote o que tem feito”. Além disso, eles dizem que “é bom começar cada dia se vestindo como se você fosse trabalhar”. Por quê? “Vestir-se de modo apropriado lhe dará mais confiança mesmo quando estiver falando ao telefone.” Faça da procura de emprego o seu trabalho, não importa quanto tempo leve fazendo isso. Katharina adotou essa atitude profissional. Ela diz: “Consegui com uma agência de empregos os endereços e os números de telefone de alguns empregadores. Respondi a anúncios nos jornais. Examinei a lista telefônica e fiz uma relação das empresas que poderiam ter vagas que ainda não tinham sido anunciadas, e então as contatei. Também preparei um currículo e o enviei a essas empresas.” Depois dessa procura sistemática, Katharina conseguiu um emprego que preenchia suas necessidades.

Informe-se sobre empregos não anunciados É mais provável que o pescador que possui a rede maior pegue mais peixes. Da mesma forma, terá mais chances de conseguir um emprego se souber como aumentar sua “rede”. Se você está procurando emprego apenas por meio de anúncios nos jornais ou na internet, sua rede pode estar deixando escapar a maioria das oportunidades de emprego disponíveis. Uma boa quantidade de vagas nunca é anunciada. Como você pode se informar sobre empregos não anunciados? Além de responder a anúncios, você deve, assim como Katharina, reservar tempo cada semana para entrar em contato com empresas que talvez tenham serviços que você possa fazer. Não espere que elas anunciem empregos. Se um gerente disser que não tem nenhum trabalho para você, pergunte a ele se sabe onde mais poderia procurar e com quem deve falar especificamente. Se ele lhe der uma sugestão, marque uma entrevista com aquela empresa, e mencione o nome da pessoa que o indicou. Foi assim que Tony conseguiu um emprego. Ele explica: “Tomei a iniciativa de contatar algumas empresas, embora não tivessem anunciado nada. Fui informado numa delas que não havia vagas na ocasião, mas que eu deveria tentar de novo dentro de três meses. Fiz isso e consegui um emprego.” Primrose, uma mãe na África do Sul que cria os filhos sozinha, fez algo parecido. Ela diz: “Quando fazia um curso de primeiros-socorros, notei que estavam construindo um prédio do outro lado da estrada, e fiquei sabendo que ali seria uma casa de repouso para idosos. Tentei várias vezes marcar uma entrevista com o responsável pelo estabelecimento. Por fim, ele me disse que naquele momento não havia vagas disponíveis. Mas voltei várias vezes para ver se poderia trabalhar ali, mesmo como voluntária. Finalmente consegui um emprego temporário. Eu me esforçava em fazer qualquer tarefa que me davam. Com isso adquiri mais qualificações e consegui um emprego permanente ali.” Você também pode pedir a amigos, familiares e conhecidos que o informem sobre empregos que não foram anunciados. Foi assim que Jacobus, que trabalha com segurança ocupacional na África do Sul, conseguiu um emprego. Ele diz: “Quando a empresa para a qual eu trabalhava fechou, informei a amigos e familiares que eu estava procurando emprego. Certo dia um amigo ouviu por acaso uma conversa quando estava na fila do supermercado. Uma mulher perguntou à outra se ela conhecia alguém que estava procurando emprego. Meu amigo as interrompeu e falou sobre mim. Foi marcada uma entrevista e consegui o emprego.” Seja adaptável Para aumentar suas chances de conseguir emprego, é preciso ser adaptável. Um famoso especialista observa: “É improvável que você consiga um emprego que tenha tudo o que espera. É preciso aprender a se contentar com um emprego que não é exatamente o que você queria.”Ser adaptável pode significar vencer o preconceito contra certos tipos de trabalho. Veja o caso de Ericka, que mora no México. Como secretária executiva, de início ela não conseguiu encontrar o tipo de trabalho que preferia. Ela diz: “Aprendi a aceitar qualquer trabalho apropriado. Trabalhei por um tempo como vendedora numa loja; também vendi tacos (típica comida mexicana) nas ruas e limpei casas. Por fim, consegui um emprego no meu ramo.” Quando Mary perdeu seu emprego como escriturária, viu também a necessidade de ser adaptável. Ela explica: “Eu não me importava de achar um trabalho diferente do que tinha antes. Não desperdiçava nenhuma oportunidade, mesmo que fosse um trabalho que alguns consideram humilde. O resultado foi que consegui um emprego para sustentar meus dois filhos.”

Elabore um bom currículo Para os que se candidatam a cargos executivos, preparar e distribuir um currículo profissional é imprescindível. Mas não importa que emprego você procure, um currículo bem preparado pode ser de grande ajuda. “Por meio de um currículo os empregadores ficam sabendo não apenas quem você é, mas também em que tem trabalhado e por que deveriam contratá-lo”, diz Nigel, que trabalha numa agência de empregos na Austrália. Como preparar um currículo? Coloque seu nome completo, endereço, número de telefone e e-mail. Diga qual é seu objetivo. Inclua sua escolaridade, e quaisquer treinamentos e habilidades que se relacionam com o trabalho que está procurando. Forneça detalhes sobre sua experiência profissional. Inclua não apenas o que fez, mas também as metas que conseguiu alcançar e os benefícios que isso trouxe para quem você trabalhou antes. Mencione também aspectos do serviço anterior que o qualificam para o emprego que está procurando. Inclua informações pessoais que descrevam suas qualidades, interesses e hobbies. Visto que as empresas têm necessidades diferentes, talvez tenha de ajustar seu currículo para cada caso. Será que você deve elaborar um currículo se estiver se candidatando para o primeiro emprego? Com certeza! Talvez haja muitas coisas que você faz que podem ser consideradas como experiência profissional. Por exemplo, gosta de fazer coisas como trabalhar com madeira ou talvez consertar carros? Essas podem ser alistadas. Já participou em algum trabalho voluntário? Mencione qual, e descreva os alvos que alcançou. Quando não conseguir uma entrevista com um empregador, deixe um pequeno cartão — de preferência um que tenha 10 centímetros por 15 centímetros — contendo seu nome, endereço, número de telefone e e-mail, bem como um resumo de suas habilidades e realizações. Se for apropriado, você pode até mesmo colar uma foto sua no verso do cartão. Distribua esse cartão a todos os que talvez possam ajudá-lo a conseguir emprego, e peça-lhes que o entreguem a qualquer pessoa que esteja oferecendo o tipo de trabalho que você procura. Ao ver o cartão, pode ser que um empregador lhe dê a oportunidade de ter uma entrevista — que talvez resulte num emprego. Elaborar um currículo o ajudará a se sentir mais seguro ao procurar emprego. Preparar um currículo o ajuda a organizar suas idéias e objetivos. Também aumenta sua confiança, ajudando-o a se preparar para perguntas que talvez lhe sejam feitas durante uma entrevista de emprego.

Prepare-se bem para as entrevistas O que está envolvido em se preparar para uma entrevista? Talvez queira fazer uma pesquisa sobre a empresa na qual você espera trabalhar. Quanto mais souber sobre a empresa, melhor será a impressão que causará durante a entrevista. Sua pesquisa também o ajudará a descobrir se a empresa tem o tipo de trabalho que você quer ou se é nela que deseja trabalhar. Depois disso, pense na roupa que usará durante a entrevista. Se o emprego que você procura envolve serviço manual, use roupa limpa e asseada. Vestir e se arrumar de maneira apropriada mostra ao empregador que você tem auto-estima e, sendo assim, é mais provável que se orgulhe de seu trabalho. Se espera trabalhar num escritório, escolha roupa modesta que, onde você mora, seja considerada apropriada para esse tipo de trabalho. Nigel diz: “Escolha com bastante antecedência a roupa que vai usar na entrevista, para não ter de fazer isso às pressas e ficar desnecessariamente tenso.” Nigel também recomenda chegar cerca de 15 minutos antes da entrevista. É claro que não é bom chegar cedo demais. Chegar atrasado, porém, pode resultar em fracasso. Os especialistas dizem que os três primeiros segundos da entrevista são essenciais. Durante esse breve período, o entrevistador faz uma avaliação de sua aparência e de sua maneira de agir que influencia muito a opinião dele a seu respeito. Se você chegar atrasado, vai causar uma impressão bastante negativa. Lembre-se, a primeira impressão é a que fica. Outra coisa a lembrar é que o entrevistador não é seu inimigo. Afinal de contas, ele provavelmente também teve de se candidatar ao emprego dele, de modo que sabe como você se sente. Na realidade, ele pode estar nervoso, visto que talvez tenha recebido pouco ou nenhum treinamento sobre como fazer uma entrevista. Além disso, se é o empregador quem faz a entrevista, ele talvez tenha muito a perder se escolher a pessoa errada para o emprego. Para começar bem, sorria e cumprimente o entrevistador com um forte aperto de mão, se esse for o costume. Durante a entrevista, concentre-se no que ele precisa em termos de aptidões e no que você tem para oferecer. Com respeito a coisas a evitar, Nigel diz: “Não fique irrequieto ou com uma postura relaxada — a postura correta transmite confiança. Não seja muito informal nem fale demais, e não use de forma alguma linguagem vulgar. Também, não fale de seus anteriores empregadores e colegas de trabalho de forma negativa; se fizer isso, o entrevistador provavelmente achará que você vai ter uma atitude negativa com relação a esse emprego.” Com respeito a coisas que se devem fazer ou dizer durante a entrevista, os especialistas recomendam o seguinte: mantenha contato visual com o entrevistador, faça gestos naturais e fale com clareza. Ao responder perguntas, seja breve e franco, e faça perguntas relevantes sobre a empresa e o prospectivo emprego. Se no fim da entrevista você ainda quiser o emprego, deixe isso claro. Agindo assim, mostrará que está realmente interessado. Por seguir as sugestões fornecidas acima, talvez você consiga logo um emprego.

As profissões do futuro no Brasil

Enviado por | 24 de maio de 2013 | Dicas

Saiba quais serão as profissões do futuro e veja como tirar proveito desse cenário. Abaixo, uma lista com profissionais estarão entre os mais cobiçados pelo mercado brasileiro num futuro bem próximo:

Gerente de Eco-relações Formado em economia, publicidade ou administração, este profissional vai trabalhar com consumidores, grupos ambientais e agências governamentais para criar ou melhorar os programas ecológicos de uma empresa. Deve conhecer muito bem o direito ambiental.

Conultor de Aposentadoria Ele ajudará a programar a futura aposentadoria dos trabalhadores ainda durante a fase produtiva, visando a uma vida tranquila quando pendurarem as chuteiras.

Cientista de Informação Genética O especialista dará apoio aos que trabalham com o desenvolvimento de medicamentos, auxiliando no combate a novas doenças.

Coordenador de Desenvolvimento da Força de Trabalho e Educação Continuada Será uma espécie de mentor dos funcionários. Vai estimulá-los a alcançar postos mais elevados na empresa, de acordo com sua experiência e potencial.

Gerente de Marketing E-commercehomem escolhendo o emprego do futuro Com a internet e a banda larga, os negócios não têm limites. Ao mesmo tempo que o consumidor começa a se adaptar ao comércio online, será necessário ter especialistas que pensem em estratégias para atrair mais pessoas para os sites de venda de produtos e serviços.

Líder de Inovação Será o responsável pela inovação na empresa. Deve conhecer a organização a fundo – da área de recursos humanos à de vendas. Dessa forma, conseguirá medir, por exemplo, o impacto de suas ações e dos investimentos em tecnologia, que podem reduzir ou aumentar os custos da companhia.

Pressão por resultados positivos, exigência crescente de alto padrão de qualidade em atendimento, produtos e serviços, agilidade nas tomadas de decisão, expectativa de vida útil das pessoas aumentando, mudanças nas leis de aposentadoria e principalmente a velocidade da obsolescência da tecnologia e do conhecimento em todas as áreas, são alguns dos desafios encontrados nos dias atuais, entre outros.. Tudo isso gera a ansiedade, que é um sentimento de apreensão desagradável que precede momentos de perigo real ou imaginário. Em excesso, esse sentimento pode trazer malefícios – como estresse – e até atrapalhar a capacidade intelectual e produtiva do indivíduo. Para que isto não aconteça, siga as dicas:

1) ‘Defina prioridades de acordo com o momento de carreira‘, diz João Mendes, consultor da Vicky Bloch e Associados.homem estressado no trabalho

2) Selecione suas fontes de informação. Avalie criticamente publicações, sites e blogs que lê e fique com aqueles que são indispensáveis. Faça o mesmo nas redes sociais. ‘Seguir centenas de pessoas no Twitter é contraproducente’, diz o consultor Christian Barbosa, especialista em gestão de tempo.

3)Crie uma rotina para absorver essas informações. Estabeleça um período máximo de tempo para fazer a leitura dessas fontes. ‘Não é necessário mais do que uma hora por dia’, afirma Christian.

4) Seja rigoroso nas decisões de como usar seu tempo. Escolhas certas aumentam a convicção e diminuem a angústia de ter perdido alguma coisa. Antes de se inscrever em um curso de atualização, avalie se ele, efetivamente, fortalece algum ponto fraco do seu currículo.

5) Defina horários para acessar e responder e-mails. Evite fazer isso nos momentos reservados à sua família. Estabeleça limites para ligações de trabalho. Após um determinado horário, não atenda ao telefone fixo nem ao celular.

6) Aprenda a não se comparar a todo instante, pois é um fator de angústia, que se tornou mais comum com as redes sociais.

Você tem um currículo incrivel, referências impecáveis e uma tonelada de experiência. Tem também  uma lacuna de oito meses em sua história de emprego. E por mais que o tempo que você gastou saltando de bungee-jump e nadando com os golfinhos foi uma experiencia especialmente enriquecedora para você,  pode ser sinal de preguica total de empregados em potencial – se você não souber abordar isso da maneira certa. Eis algumas formas de explicar o seu homem sem empregotempo livre:

1)Ter uma resposta pronta: Os entrevistadores vão querer saber porque é que há uma lacuna em sua história de emprego e se você fez  alguma coisa durante esse tempo. Quando se candidatam a um emprego, reconheca a diferença em seu curriculo e explique brevemente as razões para o período de desemprego. Na entrevista, você pode falar mais sobre ele ao longo do tempo. Não vá  despreparado, esperando que o empregador vai ignorar isso. Não ter uma razão para o seu hiato de emprego só deixa o motivo por conta da imaginação do empregador.

2)Dar uma interpretação positiva sobre ele: Nem todas as pausas de emprego são devido a dispensas ou ser demitido. Você pode ter tirado tempo para fazer cursos de freelance, ou viajar – tudo o que pode torná-lo um candidato melhor para o trabalho. Liste os cursos que você fez e explique como eles vão ajudar nesta nova posição. Fale sobre sua experiência em freelancing e o que você aprendeu e realizou durante esse tempo. Compartilhe suas viagens com o seu empregador. No mínimo, eles podem encontrar conforto em saber que, como você ‘esteve em tal lugar e fez  tal coisa’ , nao vai querer tirar ferias para viajar pelo mundo tao cedo!

3)Sempre ser honesto: Enquanto uma lacuna no seu curriculo não é algo que vai fazer com que voce seja rejeitado, ser desonesto é. Se você foi despedido de uma empresa, não pode omitir isso de seu currículo. Liste as empresas em que você trabalhou, e se os entrevistadores quiserem mais detalhes, eles vão perguntar para elas. Se você optou por deixar o seu emprego anterior, deixe o empregador saber disso. Você pode então dizer que você teve a sorte de ter tempo livre para descobrir a sua próxima jogada e se candidatar a empregos que você quer fazer, não apenas os que você pode fazer. Desemprego acontece. Ser honesto sobre a sua situação dá ao empregador uma amostra de sua integridade e confiança – duas características que todo empregador está procurando.

curriculo com óculosO seu currículo precisa de uma atualização – ou seja, se o seu currículo é como o de a maioria das pessoas, não é tão bom quanto poderia ser. O problema é a linguagem: a maioria dos currículos são um emaranhado de palavras e frases ruins – clichês vazios, jargoes chatos e chavões ”reciclados”. Recrutadores, pessoal de RH e gerentes de contratação veem esses termos vez apos vez, e isso os faz tristes. Você não gostaria de fazê-los felizes? É hora de começar a melhorar seu currículo, começando com a eliminacao estes termos (e similares):

1. ‘Salário negociável’ Sim, eles sabem. Se você está desperdiçando uma linha preciosa do seu currículo com isto, parece que você está tentando apenas preencher o vazio- que você nao tem mais coisas para falar. Se o seu salário não é negociável, isto seria um tanto incomum. (Ainda assim, não coloque isso em seu currículo também).

2. ‘As referências estao disponíveis mediante solicitação’ Veja o comentário anterior sobre os termos desnecessários.

3. ‘Responsável pela ______’ Lendo este termo, o recrutador pode quase imaginar o empregado sem inspiração mecanicamente cumprindo os requisitos de seu trabalho – nem mais, nem menos. Ter sido responsável por algo não é algo que você fez – é algo que aconteceu com você. Transforme frases como ‘responsável por’ em ‘gerenciado’, ‘levou’ ou outros verbos fortes e decisivos.

4. ‘Experiência de trabalho em ______’ Novamente, a experiência é algo que acontece com você – não algo que você conseguiu. Descreva sua experiência em termos de realizações.

5. ‘Habilidade em resolução de problemas’ Você sabe quem mais tem capacidade de resolver problemas? Macacos. Cães. Em seu currículo, atenha-se `as habilidades que requerem um ser humano.

6. ‘Detalhista’ Assim, você presta atenção aos detalhes. Bem, todo mundo faz isso. Você não tem algo único a dizer o gerente de contratação? Além disso, colocar isso em seu currículo fará com que qualquer erro de digitação acidental em seu curriculo fique ainda mais cômico.

7. ‘Trabalhador’ Você já ouviu o termo ‘Mostre – não diga’? Isto é onde se poderia aplicar. Qualquer um pode chamar-se um trabalhador. É muito mais convincente se você descrever situações em detalhes concretos em que o seu árduo trabalho beneficiou o empregador.

8. ‘Trabalha bem em equipe’ Veja o comentário anterior sobre mostrar em vez de dizer. Há poucos empregos que não envolvem o trabalho com outra pessoa. Se você tem histórias de sucesso relevantes sobre colaboração, colocque-as em seu currículo. Fale sobre os tipos de equipes em que trabalhou, e como você foi bem-sucedido.

9. ‘Proativo’ Este é um modismo completamente vazio. Mais uma vez, mostre ao invés de dizer.

10. ‘Objetivo’ Este termo nem sempre é proibido, mas você deve usá-lo com cuidado. Se seu objetivo é conseguir o trabalho a que se candidatou, não há necessidade de soletrar isso em seu currículo. Um objetivo resumido é geralmente melhor substituído por um sumário da carreira, em que voce descreve sua experiência, realizações e que você tem para oferecer um empregador. Uma exceção é se você não tiver se habilitado para um trabalho específico e não tem muita experiência com a posição que gostaria de atingir.

Managing Up é uma expressão que está se tornando popular no brasil e quer dizer “administrar quem está por cima”. ou seja, lidar com seu patrão. significa dominar o chefe para quem você trabalha, seja ele homem ou mulher. todas as pessoas de sucesso fazem isso. é uma atividade extrema. você tem que trabalhá-la, aperfeiçoá-la. managing up é mais do que simplesmente sobreviver. é uma estratégia agressiva para você fazer seu trabalho com mais eficiência do que aqueles que não são tão bons. para ser bem-sucedido nele, tente seguir as dicas a seguir:homem pequeno, patrao

– APRENDA A NÃO ESQUENTAR

Isso é de muita valia. não significa fazer um trabalho malfeito. apenas reserve dentro de você um lugar especial que ninguém pode alcançar, não importa o quão alto eles estejam gritando. porque sempre vai haver alguém gritando.

– CONHEÇA MELHOR SEU CHEFE

Após um determinado tempo na empresa, você acha que conhece tudo do seu chefe. olhe de novo. ele é baixinho? gosta de tomar um cappuccino de manhã? está cansado? ele se preocupa com o peso? está solitário? o que você realmente sabe sobre ele? o que você descobrir será a chave para ajudá-lo. e, ajudando-o, ganhará o controle que você deseja ter sobre ele.

– OBSERVE, APRENDA E SEJA PACIENTE

Nesta campanha não existe uma agenda predeterminada em dias, meses ou anos. Como qualquer guerra para tomar o controle, é uma combinação de pequenas vitórias, recuos e, sim, batalhas ocasionais de maior porte. Seu esforço está no estágio de reconhecimento.

– ENTENDA SUAS OPÇÕES

(A) Você pode se rebaixar e puxar saco – com classe, claro. (B) Você pode resistir e reivindicar seus direitos, com classe, se for esperto. (C) Você pode entrar na cabeça de quem o controla e reprogramá-lo para servir a suas necessidades. (D) Você pode humildemente se anular e viver para servir. Se for esperto, vai aprender a agir de acordo com as quatro opções. Para ter sucesso, você deve ser capaz de avaliar suas capacidades honestamente.Quando fizer isso, volte a atenção para o objeto de sua desafeição, frustração e amor: o chefe.

– TENHA CONFIANÇA.

Eis o que você precisa saber e que pode ser feito. Autoridade, manejada por seres humanos, contém as sementes de sua própria fraqueza. Um subordinado audacioso e cheio de estratégia tem tremendo poder sobre seu chefe – mas somente se utilizar isso tudo com inteligência, perspicácia e coragem.

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Enviado por | 30 de novembro de -0001 | Sem categoria

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Enviado por | 30 de novembro de -0001 | Sem categoria

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